Aprovado e sancionado?

Projeto que proíbe a soltura de fogos barulhentos em Assis já é lei. Contudo, depois de muitos elogios ao projeto e alívio para animais e pessoas que não curtem o incômodo, apareceram os opositores, aqueles que se acham prejudicados. Seria muito ruim uma lei que proporcionou tanta alegria a muitas pessoas ser revogada. Caso isso aconteça meia dúzia voltaria a ser beneficiada, enquanto a maioria da população ficaria aborrecida.
Roda de viola
Tudo começou com uma simples roda de viola, aos poucos foi crescendo o número de participantes e nesse último domingo, mais de 500 pessoas compareceram no almoço no patrimônio Engenheiro Azaury, em Assis Chateaubriand. O sucesso do evento foi ainda ampliado, já que os idealizadores resolveram arrecadar alimentos para doação aos pacientes do Hospital do Câncer “Uopeccan” de Cascavel. Parabéns, uma louvável atitude.
A notícia que as mulheres de hoje não querem ler
Jornal de 1904 destaca em manchete na sua capa que: “Ônibus invade casa humilde e mata velhinha de 42 anos”. Vejam só, hoje as mulheres de 42 anos ainda são consideradas jovens e de meia idade. Hoje mulheres e homens com mais de 70 anos estão à procura de alguém para namorar. Isso não é incrível?
Governador “biônico”
Opositores aos governos militares usavam o termo “biônico” aos governadores que eram nomeados. De forma pejorativa, durante os governos militares por nomear e não permitir eleição, o governador Jaime Canet Junior governou o Paraná nos anos 70. Lembramos que esse governador “biônico”, em apenas um mandato, construiu a ponte que hoje liga Assis a Brasilândia do Sul, asfaltou as rodovias que ligam Assis Chateaubriand à Guaíra, Toledo, Goioerê, Nova Aurora e Umuarama. Além de pôr Assis Chateaubriand no mapa, implantou o sistema telefônico e a Sanepar. Enquanto muitos eleitos nos decepcionaram, ficamos com a saudade do político “biônico”.
Bingo! – que “legal hein”
A quantidade de jogos de bingos tem incomodado alguns comerciantes. Eles dizem que em relação aos bingos beneficentes poderiam até fazer “vista grossa”, contudo, a contravenção se tornou uma rentável atividade comercial, que por ser ilegal, portanto, não tributada, prejudica os empresários que empregam e pagam impostos. Caberia a quem questionar e/ou dar um parecer sobre essa situação, considerada por muitos uma farra: Aciac, Câmara de Vereadores, Promotoria Pública?