Caminhando na fé

COMEÇE O DIA FELIZ

Procure viver sempre na verdade.
O tempo é precioso demais para ser desperdiçado, e a vida é uma só. Ao escolher um caminho, o analise minuciosamente para onde vai conduzi-lo. Inicie uma viagem a seu interior, para se descobrir.
Leia, medite e ore com a Palavra de Deus, para proporcionar-lhe a verdadeira liberdade.

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MENSAGEM DE FÉ

Encontros e descobertas
A cada passo, um novo encontro. Em cada encontro, uma descoberta. A cada descoberta, a grande chance de superar-se ou esconder-se.
Diante de novas conquistas, abrem-se novas portas, apresentam-se importantíssimos desafios e cada um cresce para conhecer outras direções e tornar-se melhor.
Ao esconder-se, o fantasma do medo cresce, ganha formas mais vigorosas e nos envolve no seu abraço asfixiante. Covardia aliada à omissão é um tempo de flagelo, pois quem não produz, nem que seja um pouco, vive sem vida.
Que a partir deste passo, cada um aceite esse novo encontro, para superar os grandes traumas que lhe foram marcados pelo despreparo. E que ao conhecerem seus novos desafios reine a coragem que vem de um coração ardente e sedento de vida. Assim, futuramente, serão coroados com mais trabalho.
A vida lhe proporciona oportunidades, seja você mesmo encare os desafios, a sua trilha para o sucesso depende do seu esforço, da sua dedicação, abra-se para novos caminhos e seja

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SANTO DO DIA
São Martinho I 13/04
O Papa Martinho I enfrentou o poder imperial de sua época e por isso foi submetido a grandes humilhações e também a degradantes torturas.
Martinho nasceu em Todi, na Toscana, e era padre em Roma quando morreu o Papa Teodoro. Imediatamente Martinho foi eleito para sucedê-lo e passou a dirigir a Igreja com a mão forte da disciplina que o período exigia. O imperador Constante II defendia as teses hereges dos monotelistas, que negavam a condição humana de Cristo. Para defender a fé católica, que reconhece Jesus Cristo como homem e Deus, o Papa Martinho I convocou um Concílio, um dos maiores da história da Igreja, na basílica de São João de Latrão, para o qual foram convidados todos os bispos do Ocidente. Ali foram condenadas definitivamente todas as teses monotelistas, o que provocou a ira mortal do imperador Constante II.
O imperador ordenou a prisão do Papa Marinho I, mas o comandante da guarda resolveu ir além e planejou matar Martinho. Armou um plano com seu escudeiro, que entrou no local de uma missa em que o próprio Papa daria a Santa Comunhão aos fiéis. Na hora de receber a hóstia, o assassino sacou de seu punhal, mas ficou cego no mesmo instante e fugiu apavorado.
O imperador Constante II não desistiu da prisão do Papa Martinho I, pedindo a sua transferência para que o julgamento se desse em Bósforo. A viagem tornou-se um verdadeiro suplício que durou quinze meses e acabou com a saúde do Papa. Mesmo assim, ao chegar à cidade ficou exposto desnudo sobre um leito no meio da rua, para ser insultado pela população. Depois foi jogado em um fétido e podre calabouço, sem as mínimas condições de higiene e alimentação.
Entristecido pelo abandono de todos, Martinho repetia: “Surpreende-me a falta de compreensão e de compaixão de todos os que antes me pertenciam e de meus amigos e parentes, os quais se esqueceram de mim de um modo completo”.
O Papa Martinho I foi condenado ao exílio na Criméia, sul da Rússia. Ele acabou morrendo de fome quatro meses depois. Foi o último Papa a ser martirizado.
Reflexão: Quanto sofrimento suporta o coração humano? Ouvindo a história de São Martinho, nós nos deparamos com uma força misteriosa que sustenta a vida humana mesmo diante dos mais horríveis sofrimentos. Essa força, para nós que cremos, é a presença da Trindade Santa em nossas vidas. Peçamos então ao Bom Deus do Céu que nos conceda a graça do Espírito para suportar todos os sofrimentos da vida, sempre unidos ao Cristo.

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CATEQUESE DO DIA

“Ele chamou para si os seus discípulos, e deles escolheu doze, a quem ele chamou de apóstolos.” Essa frase pertence a qual Evangelho?

A – Evangelho de Mateus;
B – Evangelho de Marcos;
C – Evangelho de Lucas;
D – Evangelho de São João;

Alternativa correta: Evangelho de Lucas.