Prefeito vai trabalhar de bicicleta ?

O prefeito da cidade de Colatina, Estado do Espírito Santo, com pouco mais de 100 mil habitantes é um exemplo de humildade e caráter inigualável. Sergio Meneguelli, assim que assumiu a prefeitura disponibilizou os três carros do seu gabinete para atender a Secretaria de saúde e passou a ir ao trabalho de bicicleta. Vale ressaltar que seu salário é pouco mais de sete mil reais. Com essas atitudes se tornou um “mito” em todo Brasil que tomou conta das redes sociais.
Imaginem como seria nosso país, se todos os servidores públicos de carreira, nomeados e eleitos tivessem a mesma disposição de desempenhar suas funções, assim como os trabalhadores do setor privado?

O povo quer mudanças

Atenção senhores gestores públicos, o governo federal e vários novos governadores estão dando sinais de mudanças nas administrações, para atender às expectativas do povo. Aqui no Paraná o governador Ratinho Junior já deixou claro que vai cortar privilégios, enxugar a folha de pagamento e exigir mais trabalho, mais seriedade na lida da máquina pública. Quem não seguir esse modelo de gestão não estará alinhado com os projetos e programas do estado, consequentemente pode ficar mal na opinião pública e ter problemas nos resultados das urnas.

Feijão em extinção

Raramente se encontra algumas qualidades de feijão que antes não saiam da mesa dos brasileiros como bolinha, rosinha, paquinho, bico de ouro e jalo. Essas qualidades, muito cultivada nos anos 60 e 70 em nossa região parecem estar em extinção. Uma pena, essas delícias ainda são apreciadas por muitas pessoas.

Às vozes inesquecíveis

Em pouco tempo se foram três dos melhores cantores que faziam a “primeira voz”, em suas duplas sertanejas. Zé Rico com o Milionário, Amarai com o Belmonte e Marciano com o João Mineiro, ganharam milhões de fãs ao adaptar a música sertaneja aos novos tempos. Os sucessos são inesquecíveis. Agora só resta saber: será que nascem outros, com talento compatível? Para nossa geração ficará apenas a saudade desses cantores e compositores fenomenais.

Vale à pena ir na praia?

Sem falar no perigo que é encarar as rodovias, pois muitos nem chegam ao seu destino, o número de mortes por afogamento, a falta de água nas torneiras, sujeira, água contaminada, queimadura com água viva e a exploração nos preços em tudo que se compra nos fazem pensar se compensa mesmo ir ao litoral. Todos esses fatores negativos podem fazer da tão esperada viagem de férias, uma grande decepção.
Uma sugestão são os inúmeros hotéis fazenda e pousadas instaladas no interior. Esses lugares proporcionam um contato mais próximo como a natureza, cavalgadas, silêncio para quem quer descanso e adrenalina para que gosta esportes radicais, como rafting e rapel, entre outras modalidades. Só de lembrar na paz que o cantar dos pássaros nos traz ao acordar, confesso que não sinto falta nenhuma de enfrentar a turbulência que é ir à praia, principalmente na alta temporada.