Micheletto se reúne com presidente da Copel

“Expansão do sistema de transmissão de energia para a Frimesa, reabertura do Posto de atendimento da Copel e instalação do sistema de geração fotovoltaico na Associação Hospitalar Beneficente Moacir Micheletto”, estiveram em pauta

 

O secretário de Estado da Administração e da Previdência, deputado Marcel Micheletto, se reuniu na tarde desta terça-feira, 18, com o diretor presidente da Companhia Paranaense de Energia – Copel -, Daniel Pimentel Slaviero. Em suas mãos, três importantes pedidos.

O primeiro, a expansão do sistema de transmissão de energia da atual subestação da companhia até a construção do frigorífico da Frimesa. “Sempre estivemos lado a lado com a Frimesa e a Copel nesta negociação e hoje não é diferente, pois as obras estão avançando a cada dia”, afirma Micheletto – que foi um dos grandes responsáveis pela instalação do frigorífico em Assis Chateaubriand.

De acordo com ele, é importante manter um diálogo constante com o governo do Estado porque à implantação desse projeto em sua primeira fase, terá capacidade para abater 7 mil suínos/dia e que até a sua etapa final, vai gerar mais de 5 mil empregos diretos. “Por este motivo solicitamos mais investimentos da Copel na infraestrutura de fornecimento de energia elétrica destinada ao frigorífico de suínos, unidade industrial”, afirmou.

O segundo pedido foi a reabertura do Posto de atendimento da Copel em Assis Chateaubriand que, fechado há algum tempo, tem causado transtornos aos consumidores. Micheletto solicitou que a empresa refaça sua análise e reconsidere a decisão.

Já o terceiro pedido foi a solicitação para que a Copel custeie a aquisição e futura instalação do sistema de geração fotovoltaico para a Associação Hospitalar Beneficente Moacir Micheletto. O objetivo é fazer com que a energia consumida na sede da associação passe a ser gerada por placas fotovoltaicas instalada no telhado do prédio. “As instalações de painéis de energia solar no Paraná aumentaram significativamente devido seu baixo impacto ambiental com uma fonte limpa e renovável e a redução nos custos com energia tem atraído cada vez mais consumidores a aderirem à essa fonte de energia”, frisou.