População de Bragantina continua revoltada com a morte de Kauanne

 NUM PROTESTO PACÍFICO A POPULAÇÃO PEDIU PROVIDENCIA AS AUTORIDADES

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Por Léo Silva/Policial Web

Aconteceu neste domingo em Bragantina, distrito de Assis Chateaubriand, um protesto pacífico, a respeito da morte da jovem Kauanne Santiago de 19 anos, onde foi morta brutalmente, após ser atropelada e esmagada contra uma árvore na Avenida Paraná, no dia (12) deste mês. 

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Várias pessoas participaram de uma homenagem feita para a jovem, sendo que colegas e amigos com motocicletas se dirigiram até o cemitério municipal, onde mais homenagens foram feitas. 

Familiares, amigos e os moradores no geral de Bragantina, se revoltaram pelo fato ocorrido e principalmente pela soltura do autor que tirou  a vida da jovem. 

Ele estava em um Fiat Tipo, quando fez uma manobra em marcha ré, estando em alta velocidade, atingiu a jovem, além de uma moto que estava estacionada no local. 

O condutor segundo populares, estava com sintomas de embriagues e seria morador de Tupãssi, onde após a chegada da equipe da PM de Tupãssi, ele foi preso em flagrante e conduzido para a 48ª DRP. 

 Outras informações, dão conta que o autor conduzia um veículo manual, ou seja, veículo normal, sendo que ele é habilitado para conduzir apenas veículo automático, devido uso de próteses em uma das pernas. 

Ele ganhou liberdade no dia 15, o que revoltou a população e deixou todos chocados. 

A Polícia Militar manifestou por meio de um ofício encaminhado à Polícia Civil, que em que pese o condutor estar respondendo processo pelo crime previsto do Artigo 302, parágrafo 3°, do Código de Trânsito (homicídio culposo -sem intenção), as condutas praticadas pelo condutor do veículo amoldam-se ao artigo 121 do Código Penal (homicídio doloso eventual – assumiu o risco de produzir resultado morte), podendo ser julgado pelo Tribunal do Júri. 

 Há possibilidade jurídica de que o juízo da Vara Criminal encaminha o processo para a Vara do Tribunal do Júri. 

A família abalada até hoje pela perca da jovem, pede justiça, pede atenção, pois a revolta não é só da família, mas sim, da comunidade de Bragantina.